segunda-feira, 21 de abril de 2008

Força Patinha!



Não vou fazer piadas sobre Patinha Antão, até porque como barão do PSD ainda não decidi se o vou apoiar a ele ou à Manuela Ferreira Leite. Vou apenas relatar um facto:

Mário Patinha Antão, nascido a 26 de Junho de 1945, optou, por vontade própria, por ser conhecido no meio político como Patinha Antão. A minha pergunta é: qual é o mal de ser tratado por Mário Antão? Aliás, qual é o mal de ser tratado por Mário Antão quando a única alternativa é "Patinha"?

Eu partiria uma cadeira na primeira pessoa que me chamasse Patinha ou então ia a correr chorar para as saias da minha mãe... E eu sei bem do que estou a falar porque até aos 18 anos era mais conhecido como Rosinha e/ou Cara de Peido...

E isso ainda me dá mais legitimidade para perguntar: como é que alguém escolhe ser tratado por Patinha? É um nome feminino, remete-nos para uma ave aquática do sexo feminino e, ainda por cima, é um diminutivo... Será que ele gosta que as pessoas dêem risadinhas quando falam dele? Ou que façam "quá-quá" quando ele entra na sala? Ou que lhe ofereçam t-shirts da Margarida (imagem em cima) nos anos?

O único contexto em que eu imagino alguém a usar a palavra patinha para se dirigir a alguém é numa conversa de adolescentes:

- Então mor! Vixtx ontm ox morangux com axukár?
- Não mnha patinha kiduxa... Xtiv a a fumar ganxa enkuanto ouvia os Tokyo Hotel...

Agora surgiu-me uma dúvida... Será que o nome dele é Patinha como diminutivo de pato no feminino ou Patinha como "Bóbi, dá a patinha!"?

São incríveis as potencialidades do humor fácil!
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